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Olá!

Seja bem vindo(a) ao Xulispa, nêgo!
o site/weblog do Leonardo Silva.



Por que Xulispa? Estava o Léo e sua cabeleira eriçada passeando pelas ruas de Coronel Fabriciano quando grita o menino surpreso: "Xulispa, nêgo!" - Foi o suficiente para virar um apelido carinhoso. Se você nunca ouviu falar nessa pessoa chamada Leonardo Silva, melhor começar clicando em "quem?", <- aqui ou no menu de navegação ao topo ^. Este site foi desenvolvido para mostrar os trabalhos desenvolvidos por ele - o Léo, assim como seu histórico profissional, notícias, fotos, vídeos, entre outras coisas. Aliás, mais outras coisas. Geralmente, você encontrará os textos escritos em 1ª pessoa, pois é o próprio Leonardo quem fez e mantém este site. Sugestões de assuntos para serem abordados, críticas, opiniões, também são muito bem vindos. Para isso basta entrar em contato ou se preferir, envie um e-mail para xulispa@xulispa.com.br. Não deixe de conferir as outras áreas do site. Comente, deixe um recado no mural, envie por e-mail as coisas que gostou, vote nas enquetes, sinta-se em casa.


Um abraço cordial.



Um Mac na Microsoft?

Os eventos da Microsoft usam Mac. Porque será?

Frases vivas de uma noite morta

Frases vivas

É por bons motivos que eu estava injuriado. Mesmo assim não resisti. Me olhei no espelho e resolvi sair pra tentar me convencer a fazer alguma bobagem. E fiz. Calculei a hora em que as turmas saem numa sexta, fiz a barba para não parecer um cara velho, vesti uma roupa de mais cores, justa no corpo, gel no cabelo, óculos coloridos, anéis e colares... estava mesmo um tanto... não sei como dizer, mas pela rua me chamaram de "bicha", "modelo fashion", "palhaço punk" e outras como "ponto disfarçado de asterisco". Dá pra acreditar?

Tudo bem. Eu não ligo pra essas coisas. Eu fico mesmo é com pena dos que por algum motivo não são livres por si mesmo, dos que por qualquer motivo se incomodam e buscam atitude tanto quanto idiota, dos que por todos os motivos se matam aos poucos numa infinita procura de ilusões. Os antigos guerreiros eram bons em curtir a vida. Afinal, o que é mais adrenalínico do que as faíscas de algumas espadas bem pesadas se chocando em busca do seu peito ou seu pescoço?

Um tanto injuriado e odioso é um guerreiro. Sua vida resume-se em uma certa matança, talvez uma certa ignorância em respeito ao próximo, uma certa intolerância aos bons modos e uma total imparcialidade quanto à vida humana e seus valores.

A noite se descobria a cada segundo. A cada lugar que a visão percorria era um momento único e inesquecível na inconfortável busca de bobagens. Eu, na minha perplexa visão inconformada, tentei por um minuto não enxergar o que via, mas era impossível segurar os meus pensamentos. Sinceramente, não sou eu que os guio e nem os crio. Os pensamentos simplesmente surgem dentro de minha cabeça. São como uma tempestade incansável sobre uma área já alagada.

Mas que diferença há entre os antigos guerreiros imbecis e os atuais vândalos? Eu sempre vejo algum motorista na rua xingando um outro. "Filho da Puta", "Vai tomar no Cú", "Sai daí ô", "Comprou a Carteira?", "Ô Anta", "Desgraçado", “Tinha que ser Mulher”. Sempre tem um desses "meninos" de rua com um gargalo de garrafa na mão. Só o gargalo, não a garrafa inteira. Sempre tem um punk com uma lata de spray na mão pixando as estátuas da praça da estação. Sempre tem um mendigo enriquecendo em um semáforo. Sempre tem um político desviando a verba da cultura, da saúde, do esporte, da educação e/ou de qualquer outra área, para contas bancárias fantasmas em algum lugar. Sempre tem uma banca de revistas na calçada cheia de notícias escandalosas. Sempre tem uma equipe contratada pelos EUA para ter o controle da guerra. Sempre tem uma mulher de seios fartos e bunda grande nua estampada em qualquer lugar. Sempre tem tanto sempre que para sempre será sempre.

Jovens não precisam ter vinte anos. Jovem pode ter doze ou quarenta e dois. Jovem que é jovem sempre foi e será jovem. Quem não é jovem nunca será. E quem busca ser jovem é brega ou desorientado. Taí o meu conceito de jovem: Jovem é aquele que não se conforma e se manifesta a respeito do mundo atual, as imposições do sistema ou qualquer manifestação política inadequada e incoerente. Jovem é aquele que se rebela diante os fatos que acreditam estarem incorretos. Eu me considero um cara jovem. Não fico calado diante dos absurdos mundiais. Mas também não acho que ficar gritando os outros no meio da rua seja uma forma pós-conceituosa de interagir com as idéias sociais. Digo isso pelos que me chamaram de "bicha", "modelo fashion", "palhaço punk" e "ponto disfarçado de asterisco".

Já disse que não ligo para os nomes que me chamam. Mas onde será que está a incoerência de um cara vestido do jeito que quer? Será que esse cara é politicamente incorreto? Será que ele não trabalha? Será que fica pedindo esmolas num farol? Será que ele tem uma namorada ou namorado? São tantos serás que nenhum é palpável. Posso fazer quantas afirmações quiser. Posso ser mesmo um qualquer coisa que quiser.

Mesmo assim eu me exponho. Me mostro a cara a tapa. Me corto com o pedaço do espelho quebrado. Me jogo contra a parede num ato de alegria. Saio na sexta à noite sozinho. Deixo que o que algumas pessoas chamam de xingamento não me atinja. Não suporto ver uma mulher chorando. Ligo pra polícia quando vejo alguém sendo assaltado. Eu mesmo prendo o pivete que ameaça uma pessoa na rua.

Depois disso tudo ainda me chamam de palhaço. Ah, se eles soubessem. Eu sou mesmo um palhaço. Só que eu sou profissional. Palhaço profissional. E tenho orgulho. Acho que é preciso ter um reconhecimento nessa área. Quando fui me alistar no exército, a moça me perguntou: "Qual é sua profissão?". Eu tive que responder sinceramente: "Palhaço.". Então ela disse: "Quero a sua profissão de verdade.". Na hora eu inventei uma pra ver se colava: "Músico.". Não é que deu certo? Lá na lista que ela tinha em mãos havia um campo com a profissão: músico. Tinha que ter um campo para palhaço.

Não sei ao certo, mas deve haver um monte de profissões por aí que ninguém dá a mínima. E por isso, quando estou num semáforo fazendo números de malabarismo, passa alguém na rua e grita: "Vai trabalhar, ô!". Êta pessoal que gosta de gritar. Parece que nunca gritaram quando crianças. Quando eu tinha uns dez anos, adorava subir na Serra do Curral e ficar gritando lá de cima. Eu gritava até ficar bem rouco, sem quase poder falar. Hoje não lembro bem "o quê" realmente eu gritava, quais eram minhas palavras, mas sei que mesmo quando gritava AAAAAAAAHH..., era um prazer incomensurável.

Acho engraçado o prazer de uma criança. Acho engraçado também o meu prazer. São coisas tão mínimas, vistos aos olhos experientes das pessoas adultas, que eu acho engraçado. Rio à beça. Às vezes fico todo arrepiado. Só de pensar que um simples sorriso pode modificar toda uma vida, fico mesmo sorrindo sempre.

Deve ser por isso que as pessoas ficam gritando os outros na rua. Quem dá o grito deve se sentir satisfeito. Deve ser como alguns orgasmos seguidos (porque hoje ninguém mais se satisfaz com um orgasmo só), até a exaustão total. Deve ser como correr na São Silvestre. Escalar o Himalaia. Deve ser a mesma coisa que eu sentia quando gritava do alto da Serra do Curral. Porém sem o eco da Serra.

Nessa noite, pensando um monte ao mesmo tempo e com tantas idéias, surgiu uma que me impressionou: Já que o prazer é de gritar, darei a quem grita o prazer do eco! Então tudo que gritavam a mim eu respondia: "Ô bicha" - "Ô bicha", "Ô fashion" - "Ô fashion", "Ô palhaço punk" - "Ô palhaço punk", "Ô Filho da Puta" - "Ô Filho da Puta", "Vai tomar no Cú" - "Vai tomar no Cú", "Sai daí ô" - "Sai daí ô", "Comprou a Carteira?" - "Comprou a Carteira?", "Ô Anta" - "Ô Anta", "Desgraçado" - "Desgraçado", “Tinha que ser mulher” - “Tinha que ser mulher”, "Vai trabalhar ô" - "Vai trabalhar ô".

Esse povo, viu, vou te contar. Não têm mais nada o que inventar. Quando falo assim eu me incluo na lista. Sem hesitar. Quando grito alguém na rua é porque alguém está longe e preciso muito falar alguma coisa importante. Senão eu passo batido. Viro pro outro lado. Atravesso a rua. Faço qualquer coisa, a não ser gritar. Eu tinha mesmo que passar por isso. Já estava sentindo no ar. Sexta-feira, à noite, umas calçadas escuras, alguns passos no meio da rua, uma roupa colorida, barba feita, gel no cabelo, o mundo parecia que se partiria ao meio.

E já que tudo estava mesmo um tanto muito esquisito, resolvi tomar um bom "banho de poça", numa poça d’água que estava na rua Tomé de Souza, entre a avenida Cristóvão Colombo e a rua Pernambuco, para ver se escurecia algum pensamento (que estavam muito claros). Depois dei um abraço na loira vestida de branco e voltei para casa, lembrar do que aconteceu, e escrever isso para quando houver momento oportuno, mostrar àqueles que participaram sem saber de um pedaço de papel escrito por um compositor desconhecido que acredita em um mundo onde o prazer é encontrado na simplicidade, que a roupa usada por uma pessoa não interfere no seu ponto de vista, que a satisfação é fruto do que as pessoas têm dentro da cabeça, que os países não deveriam ter fronteiras (traçadas, políticas ou culturais), que existe forma de governo honesta, que todas as pessoas são iguais em inteligência e sentimento, que as pessoas unidas podem fazer o que quiser (até restaurar a natureza que foi destruída no planeta), que ama tanto todas as pessoas a ponto de viver pelo fato de viverem elas: as pessoas.

De encontro

Rua da Consolação

Quando a vi naquela varanda tive a impressão que era uma amiga de infância. Uma pessoa que comigo, sempre se deu bem e por algum motivo, mudou de endereço e acabou caindo no esquecimento por falta de contato. Pareceu uma situação daquelas onde dizemos "que bom ver você aqui, senti sua falta", mas sem precisar dizer nada. Um momento onde o tempo se desdobra intenso, quebra as regras de marcação se tornando mais parecido com o infinito. Um lapso de memória futura, lembrança de algo que ainda não aconteceu, que extravia os conceitos de acontecimento já definidos.

Não acredito em fatores pre-determinados como já ouvi diversas vezes teorias sobre destino. Destino é a consequência de um ato pensado, elaborado e bem definido. Também pode ser quando viajo, daqui para o local de destino. O Michaellis diz que destino também pode ser "entidade misteriosa que determina as vicissitudes da vida". De vicissitude, entendo eventualidade. Entidade é um órgão, governamental ou não, com ou sem fins lucrativos, de sociedade única ou limitada. Entidade misteriosa, só conheço as de terreiro e centro espírita. Prefiro acreditar que eu decido a hora e o momento. Tenho as rédeas do pensamento. Faço o tempo despedaçado, mas pra qualquer efeito, não sou culpado. Bem que às vezes não dá pra segurar o pensamento, nem tentando pensar em outra coisa. Isso tem até acontecido com frequência, principalmente nas horas de descanso, onde não consigo tirá-la da cabeça. Acho que é porque não está na cabeça. Está em meu corpo, por meu sangue, abraçado com minha alma.

O tempo é igualmente proporcional à vontade e interferência da gente. Uma hora pode ser muito tempo, assim como um mês pode ser pouquíssimo. Nessa variação dinâmica, o tempo do tempo quem faz é a gente. O tempo é imprevisível, desejável, oportuno, concebido. Mesmo com todas as diferenças pessoais, educacionais, de pontos de vista e posturas em relação às questões gerais, a vontade e o prazer em "ser" parte de um inteiro em conjunto é altamente dependente do tempo. Do nosso tempo.

Quando a encontrei, alguns dias depois que a vi, o tempo se tornou troca. Um vai e vem intimista e minucioso de olhares certeiros, como na música do Adoniran Barbosa e Oswaldo Moles. Qualquer dúvida relativa ao acontecimento de alguma coisa que tivesse ficado na varanda se perdeu ali. Foi como desvendar um mistério da ciência. Afirmar uma nova filosofia. Transcender a arte.

No meio da transparência de uma situação definida, fiz-me o avesso e ao reverso, estabelecido, na busca da junção do que parece um quebra-cabeça de peças perfeitas, de resultado impecável, onde os encaixes se tornam invisíveis quando as peças são unidas. Me senti átomo. Parte fundamental da formação da matéria. O essencial de um elemento. Atômico. Explodido de exuberância e fraternidade. Átono. Calado pela pureza do encontro. Sem tônica de expressão. Atônito. Entorpecido da maravilha do desconhecido que nunca tive antes vontade de descobrir.

Tentei passar despercebido pelo desejo mas não teve jeito. Tentei ser duro como rocha mas me deu defeito, não tive peito. Fiz o possível do provável para parecer desleixo mas fui suspeito. Derreti de repente. Derrapei no rompante. Atolei numa lama. Refiz os versos da canção que esperava ser composta. Expandi a melodia singular tirando-a num solfejo. Harmonizei o que não tinha outro jeito a não ser cacofônico. Escalei cromático um segmento diatônico.

Agora, percebo quieto o som do desejo. Sozinho, moderado, lembro intenso o gosto do beijo. Desarmado e vulnerável, o que está feito, está feito.

Admirado, quando ela quiser eu apareço.

Fase dois da reflexão da janela,
aos que se identificaram.

Ao(s) Davi(s)

O Davi

Estava conversando com a Stefanie e no meio das coisas comuns descobrimos que nossos filhos têm o mesmo nome. Foi ela ler o poema que fiz ao meu Davi pra enviar dois poemas, feitos ao Davi dela. Aí vão os três, para melhor análise de semelhança. Gostei!

.1

Meu sobrinho Davi
naaaaasceu
Eu vi Davi
Davi é rei
Davi dádiva
da vida
Davi é vida
eu sei

Dani Morreale

.2

Davi é estrela
Estrela do mar
Estrela do céu
Estrela de Davi
Estrela da vida
Da vida amar,
Amado,
amigo
Da vida
Dádiva
Viva Davi

Paulo Paiva

.3

davi
da vida
dádiva
da vida
vi

Leonardo Silva

E viva o(s) Davi(s)!

Sarau Poético Musical

Sarau Poético Musical

Quem deu a dica foi a Letícia Milê. Valeu Letícia! piscadela .....

O evento é gratuito e aberto a todos os interessados

As inscrições para as apresentações não precisam ser feitas antecipadamente. Cada participante poderá apresentar seu trabalho musical, poético ou literário em um tempo estimado entre 5 e 10 minutos.

O Sarau é feito para compartilhar experiências poéticas e musicais, fazendo com que todos compreendam a amplitude da arte e enriquecendo a cultura.

Data: 13 e 20 de junho de 2008
Local: Espaço Cultural Antônio Adolpho
Rua Ibituruna 550, São Paulo - SP
Entrada Franca

Mais iformações: comercial@mi-le.com

Série bem vindo à Sampa #1

Leo e Dhay

Dhay Araújo

Essa é a primeira publicação de uma série de homenagens que farei. Como primeira, tenho que falar sobre a primeira pessoa que contatei, se dispondo completamente a comparilhar dos meus planos de vir morar em São Paulo: Dhay Araújo.

A primeira conversa por telefone começou mais ou menos assim:

L.S.: Dhay... Tá rolando uns esquemas e tô agilizando umas coisas pra me mudar pra Sampa...

D.A.: Iuhuuuuu!!! Vai ficar na minha casa! Quando cê vem?

Não preciso dar mais detalhes dessa conversa. Demorou cerca de um mês para acertar os negócios de Beagá, juntar as tralhas e montar o acampamento na casa da Dhay.

Que carinho extraordinário! Atenção e receptividade que não tive e nenhum lugar dos que passei - e olha que já passei por uma grande quantidade de lugares. Foram três semanas que fiquei enchendo a paciência daquelas pessoas que me deram abrigo, alimento e até sabão pra lavar roupa: Dhay (linda!), Bridah e Hanna (uh, uh, uh, que beleza!), Dona "Anja" (ainda quero gravar um samba com a voz dessa mulher), Fulvio (seu livro de filosofia está comigo) e Roger (vamos passear de carro?).

Dhay, agradeço a Deus pela sua existência e por ser a maravilha de pessoa que é. Amutu.

Saudades de todos.

BARULHO

BARULHO

Pessoas ótimas!

Isso aqui é imperdível. Um verdadeiro coletivo de artes. Pra quem queria novamente me ver apresentando como artista, é uma ótima oportunidade. piscadela

Atelier Sandra Martinelli e mais 42 artistas convidam para:

Vernissage da exposição BARULHO

Sábado, 10 de maio de 2008 No Atelier Sandra Martinelli Rua Dr. Alberto Seabra 640, Vila Madalena São Paulo, SP A partir das 16h

Cardápio da Festa

Artes Plásticas:

Achiles Luciano, André Paoliello, Alessandro Maucci, Arthur Lescher, Ana Moraes, Ana Eliza Salles, Cláudio Claudino, Dorien Barretto, Emne Gha, Fabio Reis, Fabiola Bérgamo, Fernanda Eva, Felipe Lessa, Guga Alayon, Julio Dojcsar, Lica Isack, Lova Oliva, Marcelo Musarra, Mario Fontes, Mauricio Yasbeck, Rodrigo Noronha, Renata Sandoval, Rui Amaral, Silvana Marcondes, Suzana Sanches, Sandra Martinelli,Tibaldo Barretto, Violeta Martinelli, Walkiria Barone

Vídeo Instalação

Lea Van Steen

Performances:

Dança - Joaquin Lino

Teatro (Os Fabuladores) - Maria da Paixão, Ronaldo Lampi, Leonardo Silva

Canto (O Boto) - Dhea Lucato, Felipe Florence

Performance (Cardápio Circo Musical) - Leonardo Silva

Canto (Carmen) - Dhea Lucato, Ronaldo Lampi, Leonardo Silva

Canto (Sumertime) - Maria da Paixão, Ronaldo Lampi, Leonardo Silva

Música - Branca Lescher, Fernando Barros

Poesia - Beatriz Di Giorgi

Pirofagia - Sandra Martinelli, Ronaldo Lampi, Dhea Lucato

Banda - Rodrigo Noronha

Banda - Thera Blue

Jam

Pão (2 fornadas) - Brizabella Lucato, Bel Cabral

Bar - Renato Sertório

É isso gente! Espero por vocês lá!

Abraço coletivo! piscadela

Primeiro ano de vida

Davi

Hoje o Davi completa o seu primeiro ano de vida entre nós. Desde que foi gerido, sempre foi cobiçado e querido. Tive uma grande surpresa no dia em que nasceu, pois o seu primeiro gesto direcionado a mim, foi um sorriso. Como eu vivo sorrindo, me alegrei: "Esse é o meu filho".

Por questões profissionais, infelizmente, não pude estar presente nesta data comemorativa. Mas daqui, a cerca de 600km de distância, comemoro sozinho, o primeiro ano do meu filho.

Puxa... como o tempo passa rápido. Sei que daqui a dez anos vou dizer a mesma coisa. Mas deixo registrado aqui, agora, por enquanto.

Toda a felicidade ao Davi.

Saudades.

O Homem da Minha Vida

Léo e Davi

O título está certo. Desde três de maio de dois mil e sete há um homem na minha vida. Não é qualquer homem. É "Ô" homem. Ele ainda engatinha meio de lado e não fala quando alguma coisa o incomoda. De vez em quando torce o nariz e diz "pú -pú - humm - pá - bá bá - prú - brú". Todo tônico.

Risonho de primeira classe, cativa qualquer coração - por mais duro que seja. É uma gracinha! - dizem.

Para mim, é mais que qualquer comentário que possa fazer. É o homem da minha vida. O ser que desde quando passou a existir me tomou por completo. Corpo, alma, sentimento e razão. Deixou elevado meu prazer. Fez intensa minha disposição. Alegrou o meu sorriso.

Põe o dedo, tira a mão, bate bate, pú pú humm pá bá bá prú brú.

Saudades.