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Salve Simoninha

Fica aí mais uma dica enviada pela Letícia Araújo, da MiLê Eventos Culturais.

Eu sou fã do Wilson Simoninha. E adoro encontros. Você também pode participar de forma mais interativa, se tiver uma história que envolva música ou o próprio Simoninha, enviando um e-mail pra MiLê. Saiba mais na página do Epaço Cultural Antonio Adolpho.

Ainda por cima, o flyer combina com o Xulispa, nêgo! Gostei. ;)

Ao ar, ventei

Ventei

Juntei tudo que podia, demorada e custosamente, pra depois desfazer o resto. Calculei exato, em equação inteira, o gosto da umidade. Compartilhei a temperatura de meu corpo, suei quando estava frio. Sem segundas intenções. Só queria plainar. Por qualquer quantidade de tempo que fosse, desde que íntegro, fosse. Mesmo sabendo dos fatores que interferem diretamente no eu inteiro, limpo e puro, me soltei.

Expira... inspirei.

Árvore, por favor, multiplique-se. Quero mais de você. Deixe a timidez de lado e apareça mais. Não tem pulmão, nariz, roupa larga, nem pele macia que me aguente. Só folha que me entende. Ela que me massageia, me limpa, saboreia. Tudo bem que se eu não peço, ela não me norteia. Fica quieta, na sua. Mas é a única que sempre me espera e sofre quando uma mão diferente da minha mexe com ela. Sofre tanto que diminui de quantidade, de tamanho. Eu também acabo sentindo com isso, pois esbarro em motocicleta, semáforo, coração despedaçado, pilastra.

Do céu, saltei. Ao ar, ventei. Não tem como ser de outro jeito, meu bem. Sou instável, impalpável. Dependo de uma série de situações para estabelecer qualquer definição. Mesmo assim, cada esquina sou diferente. Meu humor incontrolável, é meu adorável, amor. Minha capacidade é infinita. Assim, de brincadeira, bagunço seu cabelo, levanto sua saia, tiro o seu chapéu e na sombra lhe faço frio. Sem pensar duas vezes. Na maior sem vergonhice. Só peço que não me irrite. Posso levar a sério e secar. Terá dificuldade de respirar. Posso realmente me descontrolar. Trazer a terra pro mar.

Considere. No espaço, sou rei.

Mas não pense que eu sou sempre assim. Tenha certeza. Também não tente mudar o que a natureza fez. Me respeite. Antes que qualquer coisa existisse, lhe respeitei. Disso, nunca deixei. Parei e lhe proporcionei, completo, uma necessidade do seu corpo. Sem pedir nem querer nada em troca.

Inspira... soprei.

O que faço, é a única coisa que sei. Com todos eu troco, porque diferente disso, não farei. Demorei, mas percebi que quando volto a um lugar pela segunda vez, me alterei. Natural. Ser de outro jeito, não sei. Até mesmo se quiser me preservar num pote, igual, nunca serei.

Na hora em que tudo estiver organizado, esclarecido e livre de conceito equivocado, não me avise. Perceberei. Sentirei, a cada mutação minha, a percepção sua. Incluso vice e versa. Completo, refiz o início.

Espirra... Saúde.

Na foto, Deby, que gentilmente cedeu a imagem.

Super Herói

Esse é "O Cara"!

O Bin é pra provar que o cara é "poderoso". Se é que você me entende.

Função da satisfação - em PHP

<?php
function da_satisfacao() {
    if ($tudo_do_jeito_que_eu_gosto && $na_hora_que_eu_quiser) {
        $class = 'qualidade';
    }
    else {
        if ($completamente_satisfeito) {
            $class = 'tem-qualidade';
        }
        if ($metade_satisfeito) {
            $class = 'tem-qualidade-tambem';
        }
        if ($pouco_satisfeito) {
            $class = 'nao-tem-qualidade';
        }
        if ($nada_satisfeito) {
            $class = 'impossivel-ter-qualidade';
        }
    if (isset($class)) {
        print ' class="'. $class . '"';
    }
    return t('<div id="verdadeiro">'. $satisfacao .'</div>,
        array(
            '!nome_do_satisfeito' => print('nome_do_satisfeito', $class),
            '!data_da_satisfacao' => format_date($class->timestamp)
        ));
}

?>

Espero que os profissionais não briguem comigo.

Um certo marido

Marido e Mulher

Chegou pra mim por e-mail, intitulado "Desabafo de um bom marido", referenciando a autoria a Luiz Fernando Veríssimo. Não sou o maior conhecedor de Veríssimo, mas duvido que seja de autoria dele. Está até bem escrito, mas o "jogo" (além de umas vírgulas em lugar inadequado - que fiz questão de deixar - e algumas expressões "óbvias") não tem muito a ver com Veríssimo. Se for, desculpa aí, Fernandão. Vou ler mais seus livros.

Não sou casado, mas o texto é esse:

...

Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.

Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: "Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar". Daí, comprei uma cadeira elétrica.

Eu me casei com a "Sra. Certa". Só não sabia que o primeiro nome dela era "Sempre".

Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha.

Ela perguntou: "O que tem na TV?" E eu disse "Poeira".

No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.

Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa pra cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.

Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei. "- Quando você terminar de cortar a grama," eu disse, "você pode também varrer a calçada." Depois disso não me lembro de mais nada.

Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida.

"O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido..."

...

Revendo: Vírgula antes de "e", liquidificador elétrico (alguém conhece um liquidificador que não seja elétrico?), aspas, hífens, fora os parágrafos (que eu organizei)... Isso não é Luiz Fernando Veríssimo nem aqui, nem na China.

Senhor autor, por favor, identifique-se para que eu possa dar os créditos devidos.

Eu em Oferta

É... depois que a gente faz um upgrade nos sites, vamos verificando se está tudo certo, incluindo os mecanismos de busca. Os resultados são surpreendentes. A gente acha o que procura, mesmo com um nome tão comum.

Aproveita gente, é baratim.

Drupal na PHP Conference Brasil

É de conhecimento de todos (acredito eu) que uso o CMS Drupal para desenvolvimento de websites. O Drupal usa a linguagem PHP. Se você está perguntando... Heim? Quê? Como? Onde? melhor começar sabendo o que é CMS, o que é Drupal e o que é PHP. Pronto... bem mais fácil agora (e viva a Wikipédia).

Mas não é esse o foco dessa publicação. É que nos dias 27, 28 e 29 de novembro acontece a PHP Conference Brasil (PhpConf), um evento com intuito de fortalecer a Comunidade Brasileira de Desenvolvedores PHP e a linguagem PHP no Brasil.

Mais focado ainda, o Drupal está na programação, através do Pedro Faria (que aliás, é fera no assunto e eu sou fã dele) e do Eriksen Costa. Deixo o convite a todos os entusiastas em tecnologia para participar.

No site da PHP Conference Brasil sai as notícias atualizadas e tem a programação completa. Chamo atenção para a programação do dia 28 e também do dia 29. Quem for, encontra comigo lá.

PHP Conference Brasil acontece na UNIFIEO, em Osasco - SP. Visite: www.phpconf.com.br

Esquisito é sempre o outro

Pôr do sol da janela

Claro! Sem dúvidas! Eu que não serei tachado de esquisito!

Melhor atribuir a esquisitice a um ente querido, um parente, um amigo, a pessoa mais próxima. Ao filho que passa meses sem telefonar para a mãe, ao pai que muito custosamente consegue se aproximar do filho, ao irmão que dificilmente fala com a irmã, ao sobrinho que até hoje não foi visitar o tio, ao sobrinho que demora a entregar um serviço pro tio, ao sobrinho que discorda da tia, ao primo que não marca encontro com a prima, ao primo que não dá assistência ao primo, ao amante que não conversa com a amante, ao amante que fica calado quando está com a amante, ao amante que não fala com a amante, ao amigo solidário ausente, ao distinto ser que perambula migalhando de capital em capital sem medo, trocando miúdo por menor ou maior, de peito aberto ao atravancado, quem sabe, odiado.

Se eu não atribuo a esquisitice a ninguém, o esquisito sou eu.

'tendeu?

Esquisito é sempre o outro.

Fase três da reflexão da janela,
aos que se identificaram.

Nota a mais um novo visual

Queridos leitores,
 
Tem tempo que não escrevo, por causa do acúmulo de tarefas na produção e da dificuldade em manter vários sites funcionando, a todo vapor e ao mesmo tempo. Pra ajudar a diminuir o tempo que gasto escrevendo aqui, apliquei novas funções ao site, que vem junto a um visual novo, completamente diferente.
 
Agora é mãos à obra e prometo, vou tentar escrever mais pra vocês.
 
Bom... não sei quanto a vocês, mas eu gostei bem mais do novo visual. Comentários? Deixo as imagens para comparação.
 
Antes:
 

e agora:
 

Lançamento do livro Crônicas de Nord

Crônicas de Nord

A Letícia tem enviado dicas muito interessantes. Obrigado Letícia! =) ***

19/07/2008 - LANÇAMENTO DO LIVRO CRÔNICAS DE NORD

AUTORES: MARCO VERTICCHIO E ARNALDO

Horário: 17h as 21h

Local: Espaço Cultural Antônio Adolpho

Rua Ibituruna, 550 - Saúde - SP

Ver um dragão nos céus de São Paulo só poderia ser um devaneio, ou o fim do mundo. O quê viria depois... explosões sem fim, medo e delírio ao ouvir os gritos desesperados das vítimas indefesas, sendo rechaçadas... Esquartejadas. Cercado pelo inferno em vida. Isto é só uma idéia do que tem no livro “Crônicas de Nord”, dos autores Marco Verticchio e Arnaldo Ribeiro, graduados em Design Gráfico e amantes de RPG.